Armadura de Colonização

Armadura de Colonização

Autor: Apontador de lápis

Quando os mechas se tornaram obsoletos e uma nova forma de armamento individual surgiu, a guerra assumiu um novo formato. As legiões tradicionais tornaram-se frágeis e impotentes diante do poder absoluto do indivíduo. Assim, novas leis de sobrevivência foram estabelecidas. No planeta X35, ano 275 da Era do Apocalipse, um jovem deu seu primeiro passo entre as ruínas. Naquele momento, ele ainda não sabia que seu destino estava inexoravelmente ligado à escuridão, trazendo terror e destruição aos outros. Pois ele carregava dentro de si o maior segredo deste mundo.

Armadura de Colonização

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Capítulo Um — O Homem Entre as Ruínas

Nunca temi a morte, pois sempre acreditei que sobreviveria.

Jamais experimentei o sabor da vida, porque desde o instante em que abri os olhos... já estava morto.

Sétimo Mundo, planeta X35, ano 275 da Era do Apocalipse...

Já se passaram 275 anos desde o clarão devastador da destruição nuclear, e este planeta outrora glorioso tornou-se um cemitério. Por mais esplêndida que seja uma civilização, há de chegar ao seu fim. A maioria dos humanos, que um dia foram a essência da vida, pereceram pelas armas que criaram. Os sobreviventes apenas lutam em meio ao desespero e à morte...

Ninguém escapa deste mundo de morte. A humanidade sempre paga o preço de sua arrogância.

O céu está coberto de nuvens negras, e ventos furiosos arrastam areia e pedras pela terra, como lâminas afiadas, açoitando tudo que ousa cruzar seu caminho. Este é um solo árido e desolado. Por toda parte, há rochas cortantes e grandes blocos de cascalho. De vez em quando, verga-se do chão uma barra de aço negra, como presas de um demônio.

Este é o mundo da morte... Diziam aqueles que um dia viveram. Naquele tempo, ainda conseguiam obter alguns suprimentos sob a ameaça dos ventos assassinos. Podiam ver um pouco de luz pela manhã, recolher um pouco de orvalho nas barras de aço das construções abandonadas. Embora o orvalho não fosse suficiente para sustentar todos, já era o bastante para manter viva a esperança. Naquela época, não havia tantas criaturas mutantes na superfície. O povo conseguia, ocasionalmente, sair de seus esconderijos em busca de uma chance de sobrevivência sobre

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