Obra concluída. O estudante rebelde, João Menor, inicialmente se envolveu em uma competição de canto apenas para conquistar uma garota, mas acabou se destacando no mundo do entretenimento... Viver como um rebelde também é uma forma de vida, é um trabalho, é um caminho. Ser rebelde não significa necessariamente decadência; há inúmeras situações em que não temos escolha, muitos desafios no trabalho, muitos obstáculos na estrada, e incontáveis reviravoltas na vida de um rebelde. Na verdade, não é nada fácil ser um. Se for para viver assim, que seja com brilho, com leveza, com determinação. Isso é quase uma disciplina da sociedade: tornar a vida menos amarga, o trabalho menos penoso, o caminho menos tortuoso. Que ser rebelde não seja mais um fardo. Você vive assim, eu também, e mesmo quem não quer, acaba vivendo. Você segue, eu sigo, no fundo, todos somos assim. A rotina, afinal, não é fácil para ninguém. No fim das contas, a vida é mesmo esse jogo de improvisos e tentativas. — Alma do Senhor dos Ventos Obra originalmente publicada no site 17K Literatura. O novo livro, “Mago de Combate Corpo a Corpo”, precisa muito do seu apoio!
Zhang Shaoyu vestia uma camisa branca casual, calças jeans, e seu rosto de traços marcantes exibia um ar de irreverência. Com as mãos nos bolsos, seus olhos giravam para os lados em um ângulo de cento e oitenta graus, examinando as pessoas que passavam ao seu redor. Rapazes de vinte e poucos anos sempre tinham esse gosto, como se gatos tivessem uma predileção inata pelo cheiro de peixe. O dia estava realmente agradável; o sol escaldante de costume se escondia detrás das nuvens, e a brisa suave acariciava o rosto com conforto. Zhang Shaoyu havia saído com alguns amigos para fazer algo que planejavam havia pelo menos dois meses.
De repente, avistou no canto noroeste da praça uma moça de cabelos longos, vestindo uma blusa de alças rosa e jeans justos. Um sorriso maroto despontou em seus lábios enquanto cutucava Li Dan ao lado: "Ei, viu só? Aquela garota é muito boa. Olha só o corpo dela, sensacional!"
Li Dan, de feições delicadas, lábios vermelhos e dentes brancos, com um ar de galã, seguiu a direção do dedo de Zhang Shaoyu e concordou: "Tsc, tsc, uma verdadeira preciosidade."
"Agora entendi por que minha pálpebra esquerda não para de tremer — coisa boa à vista", disse Zhang Shaoyu, ajeitando a camisa e passando a mão pelos cabelos curtos, já pronto para agir. Nesse momento, Liang Jin, que passara um bom tempo calado, interveio: "Acho melhor não, olha só quanta gente na praça. E se ela achar que somos uns pervertidos? Que vergonha seria." A resposta irritou Zhang Shaoyu; entre os amigos, só Liang Jin era sempre tão c