Por que a Deusa da Lua canta enlouquecidamente à meia-noite? Por que as Sete Fadas roubam pêssegos imortais sob o véu da noite? Por que as bestas sagradas são repetidamente vítimas de conspirações? E que segredos se escondem por trás de centenas de imortais dançando juntos na praça? Será tudo isso apenas loucura divina ou o colapso da moralidade celestial? Vamos, através deste romance, adentrar o mundo interior de An Lin, um falso imortal em busca de respostas, e iniciar uma jornada de exploração e descoberta! (PS: Não ligue muito para este resumo, já perdi qualquer esperança. O importante é o conteúdo, o importante é o conteúdo, o importante é o conteúdo!)
An Lin estava de pé no topo de um arranha-céu, sentindo o vento ruidoso bater em seu rosto.
Ele olhou para trás e viu um grupo de homens de feições ferozes aproximando-se lentamente, cercando-o.
— Hehehe, moleque, quero ver como vai escapar agora. Se for homem, voe para o céu! — zombou o grandalhão à frente, segurando uma barra de ferro, com um sorriso cruel no rosto.
An Lin sabia que não havia mais chance de fuga, mas só de pensar no que o esperava se fosse capturado, seu corpo tremia descontroladamente. Aquela vida não era digna de um ser humano!
O que fazer, o que fazer... Se ao menos eu pudesse voar...
Enquanto esse pensamento cruzava sua mente, um furacão irrompeu repentinamente, elevando seu corpo aos ares.
— Ei, ei, ei...?
O susto tomou conta de An Lin. Ele realmente estava voando, levado pelo vento!
— Mas que diabos! Ele está mesmo voando? — exclamou o grandalhão, incrédulo diante do que via.
An Lin, diante de todos, foi carregado pelo furacão para fora do topo do prédio.
Então, o vento cessou e ele começou a despencar em queda livre...
— Aaaah! Socorro! — gritava An Lin, apavorado com a sensação de queda vertiginosa e perda total de controle.
Vou morrer! Vou morrer! Vou morrer!
O pavor da morte iminente o envolveu por completo, cada parte do seu corpo tremia sem controle.
No topo do prédio, o grandalhão observava An Lin despencar, atônito, e então se virou para os outros, dizendo pausadamente:
— Olha, não fui eu que obriguei o moleque a pular, hein. O assassino foi o “vento