Gao Chen pensava ter renascido, mas descobriu que este mundo havia sofrido uma enorme transformação. Já não era mais o mundo comum de sua vida anterior. A situação oficial mudou drasticamente, insetos estranhos proliferavam e correntes ocultas agitavam tudo nos bastidores. O País Dragão era fraco no desenvolvimento de dispositivos de cavaleiro, e não havia sucessores entre os compatíveis capazes de assumir grandes responsabilidades. A sociedade foi afetada pela chamada “catástrofe dos insetos”, e seu desenvolvimento ficou severamente limitado. Porém, tudo mudou até Gao Chen despertar o “programa do cavaleiro mais forte” — um rapaz reprovado no exame de admissão à universidade, que está prestes a trilhar o caminho do cavaleiro mais forte, esmagando deuses se deuses bloquearem, esmagando budas se budas bloquearem!
No auge do verão, as cigarras nas copas das árvores gritavam com todas as forças.
As pessoas andavam curvadas, como se o sol escaldante lhes tivesse evaporado todo o vigor.
Menos ali.
Diante da loja de departamentos de Porto Azul, ficava o cibercafé da Aliança.
Aquele era um campo de batalha exclusivo dos jovens.
O forte cheiro de tabaco e o som dos teclados, como fumaça e fogo de artilharia no início de uma guerra, excitavam os nervos da moçada.
As discussões acaloradas iam e vinham sem cessar.
Num canto perto da janela, Gao Chen fitava, através do vidro, o supermercado do outro lado da rua.
Na parede externa, vários anúncios gigantescos refletiam-se em seus olhos.
“Haier, fabricação do Reino do Dragão!”
“Quando o carro chega à montanha, sempre há caminho; e onde há caminho, há um carro da Toyota!”
“Pasta de gergelim preto, chega mais!”
“Nasceu em nossa cidade mais um Cavaleiro Máscara!”
As palavras chamativas agitavam o nervo da visão.
Lá fora, o céu era azul e sem nuvens, e a rua ainda era de terra batida.
As pessoas que saíam do trabalho ao meio-dia passavam de bicicleta, levantando poeira; as partículas suspensas no ar se distinguiam com clareza.
O cenário diante de seus olhos era ao mesmo tempo familiar e estranho.
Ele ficou em silêncio por um momento e murmurou, baixinho:
— Eu… voltei no tempo?
— Voltou foi o caralho!
— Corre logo pra defesa, não fica guardando esse B aí!
— O cara do outro lado já entrou no A e plantou a bomba!
Ao seu